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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Os Grupos Panacéia Delirante e Via Palco vão representar o Brasil no México!


2014 Chegou!!!!


E depois de encerrar com chave de ouro a temporada do experimento cênico Lua Crescente o Panacéia resolveu tirar férias! Férias? Nãooooo!!!!

O Pancéia Delirante e o Viapalco Grupo de Teatro se preparam para uma viagem que será no mínimo inesquecível e de grande valia para o enriquecimento dos fazeres artísticos da nossa cidade. Os dois grupos irão representar o Brasil no evento chamado Laboratório Âmbar- edição México 2014! Sim, a Delegação Brasileira do Colectivo Âmbar rumo ao México muchach@s!

Após ter projeto aprovado pelo Edital de Mobilidade Artística (SECULT) 4 integrantes desses dois ativos grupos da capital baiana arrumam as malas para participar de dois cursos ministrados por grandes mestres das Artes Cênicas no México, Shaday Larios Ruiz e Gerardo Trejoluna. As Panacéias Jane Santa Cruz e Lílith Marques e os Via Palco Agamenon de Abreu e Nayara Homem deixarão as nossas terras tupiniquins para essa jornada. As malas terão bastante espaço porque a bagagem de volta será enorme! E para dividir essa experiência com os teatreiros da nossa terra, estão planejadas atividades de contrapartida para classe artística a partir do que for apreendido e experienciado nesse projeto de intercâmbio, pesquisa e formação artística.O evento é organizado pelo Colcetivo Âmbar (rede de artistas e promotores cênicos latinoamericanos). Além da Delegação Brasileira, esse encontro deverá contar com a participação de integrantes de artistas e grupos das Delegações de Costa Rica, Bolívia, Colômbia, Peru, Argentina, e do anfitrião do evento, México.

AGUARDEM POIS AS NOVIDADES APENAS COMEÇAM!

 Quer conhecer melhor o Colectivo Âmbar? É só clicar!

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Retrospectiva Delirante 2013: Leituras Dramáticas

A Face Oculta da Memória: Ciclo de Leituras Dramáticas

Tendo regressado a Salvador, já no segundo semestre de 2013, o Panacéia Delirante se dedicou a realizar atividades na cidade. A primeira delas foi o Ciclo de Leituras Dramáticas A face Oculta da Memória: ação resultante do curso de dramaturgia ‘Memória y Olvido en la Acción Dramática’, tomado em quito-Equador, de 01 a 12 de julho de 2013, junto ao grupo Malayerba (ministrante: Arístides Vargas). A ação fez parte da contrapartida do projeto “A face oculta da memória: da experiência pessoal à dramaturgia de grupo”, contemplado com o edital de Difusão e Intercâmbio do Ministério da Cultura do Brasil.

O ciclo de Leituras dramáticas aconteceu durante o mês de outubro de 2013 e trouxe 5 textos inéditos, de autoria das atrizes do panacéia e de Fernando Santana – construídos a partir do curso tomado no equador. A ação integra, ainda, o projeto de pesquisa e investigação de A Face Oculta da Lua, no qual as atrizes do panacéia pretendem construir um texto dramatúrgico a cinco mãos.

As leituras aconteceram na Sala 5 da escola de teatro da UFBA e contaram com a presença de atores convidados, bem como das dramaturgas Adelice Souza e Paula Lice, que teceram comentários sobre cada textos numa roda de debates instalada após cada leitura.

Confira abaixo os textos apresentados:

À Beira do Cais - Fernando Santana

O texto apresenta a realidade de Andréia, uma garota de programa que vive à beira do cais e de Denise, sua irmã de consideração, que ela tenta proteger das corrupções diárias do meio em que se encontram. As duas vivem imersas na dura realidade do submundo, mas Andréia já está condenada à falta de esperança, com seus pés cravados no chão, enquanto Denise, vive a sonhar com a chegada de seu grande amor, à beira do cais.

Da esq. para dir.: Renata CAzumbá, Lílith Marques, Danilo Cairo, Daniel Calibam. Leitura À Beira do Cais: texto e direção de Fernando Santana
A leitura contou com a participação de Renata Cazumbá, Antônio Marcelo, Danilo, Cairo, Daniel Calibam, Jane Santa Cruz, Camila Guilera e Lílith Marques. A direção é assinada por Fernando Santana.



Contração – Jane Santa Cruz

O emocionante texto de Jane Santa Cruz dá voz à personagem Iami, um bebê fruto de um estupro. De dentro do ventre ela conversa com a mãe e com o público, durante as contrações do parto, e expressa de maneira poética seu manifesto pelo desejo de nascer.

A leitura com a participação das panacéias Lílith Marques (Iami) e Camila Guilera (rubrica-parteira. A Direção ficou a cargo da autora Jane Santa Cruz.
Lílith Marques na Leitura de Contração: texto e direção de Jane Santa Cruz

Febre – Milena Flick

Um texto surrealista e mágico de Milena Flick, que propõe um mergulho no universo do sonho e do ‘no sense’. Com alusões a Alice no país das maravilhas, histórias autobiográficas e sonhos pessoais ou escutados, o texto apresenta a personagem Mariana (de A Face oculta da Lua), desdobrada e transformada em Mariana 1, Mariana 2, Mariana 3 e Espelho. Borrando as fronteiras entre drama e literatura, estar acordado ou estar dormindo, lógica e caos, o texto Febre provoca o espectador em todos os sentidos. 
Daniel Calibam na leitura de Febre: texto de Milena Flick

Participaram da leitura os atores Danilo Cairo e Daniel Calibam (do grupo Toca de Teatro), Fernando Santana, e as panacéias Jane Santa Cruz, Lílith Marques e Camila Guilera (que assina a codireção junto a Milena Flick).



Girassóis afogados no uísque – Camila Guilera

O texto traz as personagens Maria e Mariana, avó e neta, que tecen uma interessante teia de lembranças e criação sobre a relação familiar, o afeto, despedida e a finitude das pessoas e das coisas. Nos faz retornar a um tempo outro e perceber que somos feitos de lembranças e esquecimento.

No elenco Lílith Marques e Jane Santa Cruz se revezaram na leitura das duas personagens e rubricas. Camila Guilera assinou a Direção.
Jane Santa Cruz e Lílith Marques na leitura de Girassóis afogados no Uísque: texto e direção de Camila Guilera


Maré – Lílith Marques

Também com alusões ao universo do fantástico e do sonho, das fronteiras borradas entre a realidade e a ficção, o texto traz a presença de Mariana, Lílith e Eva. Uma mulher é o ponto central da trama. Visitada por outros 4 personagens durante uma noite na praia, essa espécie de heroína traça uma jornada interior de recordação e autoconhecimento. A praia é apresentada como esse espaço mitológico, arquetípico, simbologia da própria alma humana, onde se passam os conflitos e os processos de cura.

No elenco: Edvard Passos, Gabriel Lyber, Mirella Matteo, Laura Sarpa e as panacéias Jane Santa Cruz e Camila Guilera. A direção esteve a cargo da autora Lílith Marques

Camila Guilera Leitura de Maré: Texto e direção Lílith Marques


O Ciclo de Leituras Dramáticas apontou para o grupo muitos horizontes de continuidade e investigação para o processo de A Face Oculta da Lua. Foi um imenso prazer poder compartilhar todo esse processo de aprendizado e de criação com atores parceiros, com as dramaturgas convidadas (Paula Lice e Adelice Souza) e com o público que mais uma vez se mostra como agente vital em nosso processo de criação de grupo. Expressamos assim, nossa enorme gratidão a todos que participaram, aos atores convidados, ao grupo Toca de teatro, as dramaturgas convidadas, a Escola de Teatro da UFBA e ao nosso financiador, o Ministério da Cultura (Governo Federal e Fundo Nacional de Cultura).

Comunicamos a todos que em breve os textos estarão disponibilizados na íntegra para consulta/download neste blog.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Retrospectiva 2013 - Intercâmbio nas Alturas!

INTERCÂMBIO NAS ALTURAS

Chegando próximo ao meio do ano, o grupo realizou duas ações de intercambio nas alturas da linda cidade de Quito, Equador.

Taller de Dramaturgia


A primeira foi a participação no “II Taller Internacional de dramaturgia Memoria y olvido en la acción dramática, ministrado por Arístides Vargas e realizado pelo Teatro Malayerba”. O taller aconteceu entre os dias 01 e 12 de julho de 2013. Participaram quatro atrizes do Panacéia delirante e mais o dramaturgo baiano Fernando Santana, além de companheiros de outros países da América Latina. A participação do Panacéia Delirante, bem como de Fernando Santana no curso foi financiada pelo Ministério da Cultura através do Edital de Difusão e Intercambio 2013.

Agradecemos a colaboração de Fernando Santana, Daysi Sánchez, Arístides Vargas e ao financiamento provindo do Governo Federal e do Fundo Nacional de Cultura.

Fronteiras

Cartaz do espetáculo Fronteiras
Após o curso, em julho de 2013, 4 atrizes do Panacéia Delirante, Camila Guilera, Jane Santa Cruz, Lílith Marques e Milena Flick, permaneceram em Quito a fim de iniciar o processo de produção e montagem do espetáculo Fronteiras, iniciativa do Colectivo Âmbar em coprodução com o Panacéia Delirante e o teatro Malayerba, sob o apoio financeiro do fundo para as artes Iberescena. O “Proyecto Fronteiras” vinha sendo gestado desde 2012, mas sua realização se deu entre julho e setembro de 2013. Estiveram participando 14 artistas de 6 países da América Latina, 12 deles membros do Colectivo Âmbar. 
Casa de Teatro Malayerba - Quito, Equador
O grupo formado pelos 12 membros do Âmbar provenientes do Brasil, Peru, Argentina, Equador, Costa Rica e México esteve trabalhando por dois meses intensivos na casa Malayerba, junto ao diretor e dramaturgo Arístides Vargas. Também tivemos encontros de criação/produção com outros membros do grupo Malayerba como Charo Francès, Gerson Guerra, Daysi Sánches e Helena Vargas.

Foi realizada uma verdadeira ocupação da casa Malayerba, localizada próximo ao parque La Alameda, em Quito. Os três andares da casa, incluindo espaços como banheiros, cozinha e camarim, foram ocupados com cenas e instalações resultantes do processo labiríntico do espetáculo, que se iniciava do lado de fora da casa e se concluía no palco localizado no terceiro andar. Cenas provenientes de sonhos encenados, recordações, histórias de nossas avós e provocações sobre o questionamento ‘que tipos de fronteiras existem no mundo?’ eram distribuídas nos mais diversos espaços da casa Malayerba e aconteciam, inclusive, simultaneamente. O público ingressava em três grupos distintos de 15 pessoas max. por grupo. Cada grupo ingressava na casa com um intervalo de aprox. 6 minutos de diferença, encontrando-se somente durante as cenas finais localizadas no palco.

O espetáculo trazia cenas em português, em espanhol e em portunhol.
Encenação de um sonho com Lílith Marques e Milena Flick: processo de criação de Fronteiras

Camila Guilera improvisa junto a Ruben Dario (equador) e Natalia Durán (Costa Rica) sobre as fronteiras territoriais e de linguagem: processo de criação de Fronteiras

Lílith Marques (ao fundo) e Jane Santa Cruz (a frente): processo de Criação de Fronteiras
 Os participantes do Âmbar atuaram e elaboraram os elementos técnicos de cenário, figurino e luzes. A dramaturgia foi coordenada por Arístides Vargas junto a um grupo de 4 membros âmbar, dentre os quais estava Camila Guilera, do Panacéia Delirante. Na equipe de Luzes estava Jane Santa Cruz, na de figurinos Milena Flick e na de cenários Lílith Marques . A produção esteve a cargo do Panacéia Delirante em conjunto com Daniela Chávez e Daysi Sanches.
Camila Guilera interpreta a 'Ama de Chaves' : personagem guardião dos mistérios da casa e guia do público durante o espetáculo Fronteiras.

Milena Flick: cena das Aduanas, Fronteiras

Fronteiras ficou em cartaz em Quito durante o mês de agosto de 2013 e participou ainda do Festival Internacional de Manta (costa equatoriana), em setembro de 2013.

Uma experiência maravilhosa que marcou a história do grupo.

Agradecimentos aos companheiros Âmbar, aos integrantes do Teatro Malayerba, aos estudantes do Laboratório Malayerba, Julián Francés, Embaixada do Peru, Fundo para as Artes Iberescena e fundação Yupana. Y a La casa Mariscal! Lugar no qual moramos durante a estadia em Quito e que deixou muitas recordações.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

À BEIRA DO CAIS

Estamos a todo vapor e compartilhamos com vocês o registro do primeiro ensaio de À Beira do Cais, texto do ator e dramaturgo Fernando Santana que integra o projeto A Face Oculta da Memória. Fernando também dirigirá a leitura do seu texto.

No elenco, além das Panacéias Camila Guilera, Jane Santa Cruz e Lílith Marques, teremos o prazer de dividir o palco com nossos amigos cheios de talento: Danilo Cairo, Daniel Calibam, Marcelo Oliveira e Renata Cazumbá.
E depois da leitura, um bate-papo entre elenco e autor, com a condução de um nome da dramaturgia baiana.

Registre em sua agenda!

Leitura Dramática do texto À Beira do Cais, autor Fernando Santana


Onde: Sala V da Escola de Teatro da UFBA
Quando? 5 de novembro de 2013
Que horas? 18:30h
Quanto? Gratuito

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Taller Internacional de Dramaturgia - Malayerba 2013

Nosso primeiro ciclo de leituras dramáticas: A Face Oculta da Memória, que começará na primeira semana de novembro, teve início no Taller Internacional de Dramaturgia do grupo Malayerba, evento que deu origem aos textos que serão lidos. O taller ocorreu na sede do Teatro Malayerba, na cidade de Quito, Equador, e foi ministrado pelo ator, diretor e dramaturgo do grupo Arístides Vargas. Contou com a presença de artistas de várias partes da América Latina: além do Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, México e Equador estiveram presentes!

A participação do Panacéia Delirante no curso foi possível graças ao apoio financeiro do Ministério de Cultura (Minc) através de seu edital de difusão e intercâmbio. Memória e Esquecimento é um desdobramento do projeto 'A Face Oculta da Memória', que nos levou ao Equador no início desse ano.

Os textos que foram inicialmente desenvolvidos no taller pelas atrizes do Panacéia Delirante: Camila Guilera, Jane Santa Cruz, Lílith Marques e Milena Flick, além de Fernando Santana, ator e dramaturgo convidado, foram posteriormente trabalhados até chegar à versão que será apresentada ao público soteropolitano no mês de novembro. 

Nós, Panacéias, marinheiras de primeira viagem nesse universo da dramaturgia, estamos ansiosas para colocar nossos textos nas rodas e ouvir os comentários e sugestões do público!

(fotos do Taller de Dramaturgia por Teodora de Jengibre)




terça-feira, 15 de outubro de 2013

+ de FRONTEIRAS

Para quem ficou curioso sobre a encenação de FRONTEIRAS, segue a sinopse e algumas foticas:


FRONTEIRAS é uma obra bilíngue (português e espanhol) e a encenação é produto de uma dramaturgia coletiva escrita por quatro integrantes do projeto sob a orientação dramatúrgica de Arístides Vargas, responsável também da direção cênica.

O público está convidado a compartilhar de uma casa onde coexistem um quebra-cabeças, uma viagem e ao mesmo tempo uma incursão ao mundo dos sonhos. A proposta se desenvolve em espaços não convencionais através de fragmentos ou partes de estruturas narrativas que pretendem provocar uma reflexão do público – inserido na mobilidade dessas estruturas cênicas – questionando as fronteiras como delimitações fixas e estáveis.



Sob a direção de Arístides Vargas, a orientação atoral de Charo Francés e preparação corporal de Gerson Guerra, FRONTEIRAS propõe um trânsito, um encontro com os muitos limites que nos conformam e atúan nos corpos, nas leis, nas nações, na cartografia oficial, estruturas governamentais, e, é claro, na cultura e nas artes.


 


¡Bienvenidos al lugar del tiempo sin tiempo!






Bem-vindos ao lugar do tempo sem tempo! 



Para mais informações, acesse:

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

FRONTEIRAS


FRONTEIRAS foi o primeiro projeto de montagem internacional do qual participou o Panacéia Delirante (elenco, dramaturgia e produção). A obra é resultado de uma coprodução internacional realizada entre o Colectivo Âmbar e o Teatro Malayerba em 2013 e conta com a participação de seis países da América Latina, todos eles integrantes do coletivo: Argentina, Brasil, Costa Rica, Equador, México e Peru. 

Graças ao apoio financeiro do Fundo para as Artes Cênicas IBERESCENA, esse encontro internacional  resultou numa obra teatral itinerante que tomou toda a casa do Grupo Malayerba (localizada em Quito, Equador) como espaço cênico. 

O projeto tevo seu processo de criação entre os dias 1º de julho e 19 de agosto de 2013, na casa do Grupo Malayerba, onde cumpriu temporada entre os dias 20 de agosto e 1º de setembro do mesmo ano. Depois, o espetáculo seguiu para o interior do Equador, onde participou do XXVI Festival Internacional de Teatro de Manta, apresentando-se para cerca de duzentos espectadores que apreciaram a primeira adaptação de Fronteiras a um novo espaço, distinto da casa Malayerba.

Por hoje, fica aqui o cartaz do espetáculo. Logo voltamos contando um pouquinho mais dessa experiência. ;)



Para mais informações, visite o blog oficial do projeto: http://proyectofronteiras.wordpress.com/

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Conexões Âmbar: intercâmbio e formação em teatro



Nos últimos dias, o Panacéia Delirante realizou várias postagens sobre nossa viagem para a Costa Rica, em janeiro de 2013. Lá, nós participamos e produzimos o primeiro FITLÂ (Festival Itinerante de Teatro Latinoamericano Âmbar) e participamos de uma oficina com o renomado grupo Abya Yala.

A ida para a Costa Rica foi financiada pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, o que nos permitiu realizar diversas realidades:

·       Apresentar a intervenção: Máquinas
·       Apresentar a intervenção: Lua Caída
·       Realizar a oficina: Só para mulheres
·       Realizar a oficina: Dança afro brasileira para atores-Imagens ancestrais.
·       Promover a atividade: Máscaras
·       Participar dos conversatórios (mesas redondas) do festival
·       Fazer o curso com o Abya Yala
·       Realizar a comunicação-performática: Notícias do mundo de lá...

Agora, na véspera da finalização do projeto Conexões Âmbar: intercâmbio e formação em teatro, não poderíamos estar mais felizes. Muito trabalho, muitas realizações! Que venham outros projetos de intercâmbio, e que haja sempre sensibilidade por parte do estado para financiar tais iniciativas!