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terça-feira, 15 de outubro de 2013

+ de FRONTEIRAS

Para quem ficou curioso sobre a encenação de FRONTEIRAS, segue a sinopse e algumas foticas:


FRONTEIRAS é uma obra bilíngue (português e espanhol) e a encenação é produto de uma dramaturgia coletiva escrita por quatro integrantes do projeto sob a orientação dramatúrgica de Arístides Vargas, responsável também da direção cênica.

O público está convidado a compartilhar de uma casa onde coexistem um quebra-cabeças, uma viagem e ao mesmo tempo uma incursão ao mundo dos sonhos. A proposta se desenvolve em espaços não convencionais através de fragmentos ou partes de estruturas narrativas que pretendem provocar uma reflexão do público – inserido na mobilidade dessas estruturas cênicas – questionando as fronteiras como delimitações fixas e estáveis.



Sob a direção de Arístides Vargas, a orientação atoral de Charo Francés e preparação corporal de Gerson Guerra, FRONTEIRAS propõe um trânsito, um encontro com os muitos limites que nos conformam e atúan nos corpos, nas leis, nas nações, na cartografia oficial, estruturas governamentais, e, é claro, na cultura e nas artes.


 


¡Bienvenidos al lugar del tiempo sin tiempo!






Bem-vindos ao lugar do tempo sem tempo! 



Para mais informações, acesse:

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

FRONTEIRAS


FRONTEIRAS foi o primeiro projeto de montagem internacional do qual participou o Panacéia Delirante (elenco, dramaturgia e produção). A obra é resultado de uma coprodução internacional realizada entre o Colectivo Âmbar e o Teatro Malayerba em 2013 e conta com a participação de seis países da América Latina, todos eles integrantes do coletivo: Argentina, Brasil, Costa Rica, Equador, México e Peru. 

Graças ao apoio financeiro do Fundo para as Artes Cênicas IBERESCENA, esse encontro internacional  resultou numa obra teatral itinerante que tomou toda a casa do Grupo Malayerba (localizada em Quito, Equador) como espaço cênico. 

O projeto tevo seu processo de criação entre os dias 1º de julho e 19 de agosto de 2013, na casa do Grupo Malayerba, onde cumpriu temporada entre os dias 20 de agosto e 1º de setembro do mesmo ano. Depois, o espetáculo seguiu para o interior do Equador, onde participou do XXVI Festival Internacional de Teatro de Manta, apresentando-se para cerca de duzentos espectadores que apreciaram a primeira adaptação de Fronteiras a um novo espaço, distinto da casa Malayerba.

Por hoje, fica aqui o cartaz do espetáculo. Logo voltamos contando um pouquinho mais dessa experiência. ;)



Para mais informações, visite o blog oficial do projeto: http://proyectofronteiras.wordpress.com/